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Adubo químico

Os adubos químicos (fertilizantes) são abomináveis por uma série de motivos. Geralmente sua aplicação é uma forma rápida de corrigir um solo deficiente em nutrientes. Os adubos mais conhecido é o NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio). Ele vem em várias fórmulas, cada uma com uma proporção.

É a solução clássica da ciência ocidental, de "isolar o problema". No entanto, sua aplicação pode afetar a fauna do solo, pois é muito forte. Sendo a fauna do solo a própria razão do solo ser solo, não tem sentido matá-la. Assim aplicação de fertilizantes vicia a terra, já que impede que ela própria se regenere (por meio das assim chamadas ervas daninhas e da vegetação natural).

Outra coisa que o adubo químico busca é forçar a barra do solo. Tem coisas que não dá em determinados solos. Até certo ponto, é possível fazer correções não agressivas - como aplicar calcário para regular a acidez, ou cultivar minhocas e misturar húmus na terra. Mas há que se conhecer o solo e saber suas vocações.

Uma boa comparação:

Há também riscos para a saúde. O fertilizante deve inclusive ser manipulado com luvas:

Fertilizantes também contaminam o lençol freático e podem tornar a água não potável, conforme a proximidade do lençol.

Adubo químico é o jeito capitalista de cultivar o solo: suicida, dependente de um produto comercial, poluente e visando apenas o mais produto.

Por último, vale lembrar que a produção do adubo químico é extremamente poluidora (do ar, da água e do solo):

(fábrica de adubo em Cubatão - SP - foto tirada do site http://www.acpo.org.br - associação de combate a poluentes)